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Basic Classics - Symphonie Fantastique & Ungarischer Marsch - Hector Berlioz (1803-1869)
Este álbum, da coleção "Basic Classics", traz algumas das principais obras de Hector Berlioz (1803-1869), a "Symphonie Fantastique" e a "Ungarischer Marsch". São seis faixas que não podem faltar em sua coleção. Vale a pena conferir! - R$ 22,90 - Saiba Mais
Basic Classics - Symphonie Nº 1 & Akademische Fest-Ouverture - Johannes Brahms (1833-1897)
Este álbum, da coleção "Basic Classics", traz duas das principais obras de Johannes Brahms (1833-1897), a "Sinfonia Nº 1" e "Akademische Fest-Ouverture". São cinco faixas que não podem faltar em sua coleção. Vale a pena conferir! - R$ 22,90 - Saiba Mais
Boulez: the Three Piano Sonatas - Pierre Boulez (Conductor)
Este álbum traz as três "Sonatas para Piano" do compositor e regente francês Pierre Boulez, que é considerado um dos grandes representantes do serialismo criado por Anton von Webern, em Viena. A interpretação ficou por conta do consagrado pianista Paavali Jumppanen. Você não pode deixar de conferir! - R$ 32,90 - Saiba Mais
Lembranças de Lennon - Jann S. Wenner
Jann Wenner, editor da revista Rolling Stone em 1970, apresenta uma extraordinária entrevista com o cantor. Nela, Jonh Lennon fala sobre os Beatles, rock, drogas e seu relacionamento com Yoko Ono, entre outros assuntos. Um livro importante para compreender esse complexo gênio da música. - R$ 24,00 - Saiba Mais
Mario Reis: o Fino do Samba - Luis Antonio Giron
A biografia do cantor e compositor Mário Reis, acompanhada de vasto material iconográfico, apresenta sua vida e suas grandes parcerias, bem como "casos" curiosos, como os boatos relativos a seu envolvimento amoroso com Carmen Miranda. Contextualizando a época, o jornalista Luis Antônio Giron mostra como se deu a mudança tecnológica ocorrida na indústria fonográfica, de mecânica para elétrica e suas consequências. - R$ 37,00 - Saiba Mais
O Melhor de Leo Gandelman - Coord. de Luciano Alves
Coletanea das composicoes que estao registradas nos discos do grande saxofonista (Ocidente, Solar, Visoes, Made In Rio, Personalidade e Minha Historia). Alem da linha melodica, o album possui cifras para acompanhamento, introducoes e levada da bateria. - R$ 45,00 - Saiba Mais


Giacomo Puccini (1858-1924)
(nascido em Lucca, 1858; morto em Brussels, 1924)

Compositor italiano, 5° na linha dos músicos de igreja italianos, organista da igreja local. Freqüentou o Conservatório de Milão de 1880-3, estudando composição com Bazzini e Ponchielli. Mostrou preconceito em relação às obras sinfônicas, porém Ponchielli sentiu o potencial operistico do seu aluno e o persuadiu a entrar no concurso Sonzogno, de óperas de 1 só ato, com Le Villi. Rejeitado pelo júri, o trabalho foi admirado por Boito e produzido em Milão em 1884. Ele foi ouvido pelo editor de Verdi, Ricordi, que encomendou uma opera a Puccini. Edgar, quando estreou em 1889, foi um desastre, mas a fé de Ricordi se justificou em 1893 com Manon Lescaut, na qual o maduro Puccini já está evidente na ardente e profusa maestria que caracteriza a obra.

Estranhamente, a próxima ópera de Puccini, La bohème, produzida em Turim em 1896, teve inicialmente um sucesso menor que Manon, porém logo se tornou o que continua a ser, provavelmente a ópera mais popular e amada pelo público em geral que já foi escrita, uma obra prima de caracterização, sentimento e arte. Com estes sucessos, ele pode construir sua magnífica casa em Torre del Lago.

O poder de caracterização também marcou sua próxima ópera, Tosca, baseada em uma peça de Sardou. Madama Butterfly foi o seu estudo de tipo psicológico mais bem sucedido e exige talento excepcional, tanto vocal como histriônico da soprano que representa a heroína.

A obra foi um fracasso na sua estréia em Milão, porém Puccini a rearranjou em 3 atos para Brescia 3 meses mais tarde, onde foi aclamada em triunfo e, desde em tão, quase se rivaliza em popularidade com Bohème . Butterfly é ambientada no Japão e se baseia em uma peça de Belasco, que foi o autor de Amer. melodrama The Girl of the Golden West que se tornou a próxima ópera de Puccini (La fanciulla del West). Esta foi produzida no Metropolitan Opera House de New York em 1910 porém nunca alcançou uma popularidade igual às suas antecessoras, muito embora, conhecendo melhor, a sua música tenha se revelado de altíssima qualidade. O mesmo se pode dizer de La rondine (Monte Carlo 1917).

Nada ilustra o notável talento instintivo de Puccini para o teatro que o sucesso que alcançou na difícil tarefa de combinar três óperas contrastantes de um só ato em Il trittico (Triptych): um thriller em Il tabarro, uma tragédia sentimental em Suor Angelica, e uma comédia em Gianni Schicchi. Para sua próxima ópera Puccini escolheu um libreto inspirado em peça de Gozzi, Turandot. Porém, ele morreu de câncer antes de poder completar o dueto que tinha previsto para o clímax do trabalho.

Ele foi talentosamente concluído por Alfano e a opera alcançou seu lugar a despeito deste anticlímax devido à música soberba da ópera e porque o papel da cruel princesa Turandot é um glorioso presente para sopranos dramáticas.

Puccini não tem a nobreza de Verdi, porém muito poucos compositores de ópera podem rivalizar com ele em dramaticidade e talento. Ele é sentimental porém de um sentimentalismo que granjeia a resposta de milhões. Seu senso e caracterização era altamente desenvolvido e seu gênio para orquestração permitiu que ele mantivesse a platéia na palma da mão com algumas notas.

A maioria das óperas contém uma heroína que possui os elementos ‘little girl’, e há uma linha de crueldade sádica que também marcou a personalidade do homem em si. Ele continuou a se desenvolver como artista e corresponder às influências contemporâneas, de Debussy a Schoenberg.


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